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Os memes e sua influências sobre os jovens


Resultado de imagem para varios memes juntos
Qualquer coisa que possa ser aprendida e transmitida enquanto unidade autônoma é um meme. Gírias são memes, o modo como nos vestimos etc. O termo “meme” foi cunhado por Richard Dawkins em 1976 no seu best-seller “O Gene Egoísta”, e vem da palavra grega “mineme” (que significa “algo que é imitado”). Termo bastante conhecido e usado na internet, referindo-se ao fenômeno de "viralização" de uma informação, ou seja, qualquer vídeo, imagem, frase, ideia, música etc., que se espalham entre vários usuários rapidamente, alcançando muita popularidade.

Meme produzido pela própria aluna
Dhaniela T. da Silva

Observa-se que entre os jovens e adolescentes, ainda são poucos os que não têm conhecimento dos memes, pois se trata de uma mídia bastante interessante devido o seu modo engraçado ou cômico como são apresentados, além de proporcionar um modo de ensino diversificado e comum para um tempo mais atual em que os alunos vivem.

Através de algumas entrevistas podemos perceber que os memes são tratados também como uma forma didática para ensinamentos dos alunos de forma mais lúdica e divertida sobre o conteúdo um pouco mais difícil de interpretação. "É interessante para que os alunos se interessem pelo conteúdo de  forma lúdica", afirma o professor de português, Sebastião Sagás.

Baseado em entrevistas realizadas com alunos da Escola de Ensino Médio Professora Maria da Glória Viríssimo de Faria, em Biguaçu, SC, no mês de novembro de 2017, conseguimos montar os seguintes gráficos a partir de respostas positivas e negativas. 

Gráfico 1



Gráfico 2

A partir dos gráficos também podemos perceber como as pessoas apreciam os memes. Nas entrevistas, foram poucos que afirmaram que não conheciam ou não gostavam dessa mídia. Muitos dos jovens pesquisados veem os memes como uma nova forma de ensino, que acontece de maneira lúdica. Por isso, sempre é bem vindo para auxiliar o aprendizado de modo mais facilitado para o aluno. 



Para quem deseja conhecer mais sobre esta forma lúdica e, ao mesmo tempo, satírica de ver o mundo,  indicamos a principal fonte dos memes que é o South América Memes, que disponibiliza uma página do Facebook e outra no YouTube. 

Dhaniela T. da Silva
Franclin V. Nonnemacher
Gabriel L. Silva
Henrique A. Pereira
Messias A. da Silva
1º Ano - Ensino Médio Inovador

Escola Maria da Glória

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O que os jovens do Maria da Glória pensam sobre seu futuro profissional

Aluno Vitor C. Córdova / Foto: Letícia Amaral Anselmo
A dúvida sobre o que fazer após terminar o colegial é sempre presente em todos os jovens que estão completando o ensino médio. Pensando nisso, estudantes do 1° ano do EMI (Ensino Médio Inovador) coletaram dados sobre esta questão na própria Escola Professora Maria da Glória Viríssimo de Faria, em Biguaçu, SC, com alunos de 2° e 3° anos, entre os meses de outubro e novembro de 2017.
Alguns alunos ainda não sabem o que fazer da vida, mas isso não é um problema"

Para o aluno Mateus Pauli, do 3° ano, turma 301, o seu maior medo é que tudo o que ele planeja no momento não venha dar certo no futuro. O depoimento do estudante é uma amostra do que grande parte dos entrevistados sente, que é a preocupação de que seus sonhos não se tornem realidade.

Colhidos estes dados com os alunos, segue abaixo um gráfico representando os grupos de alunos que, num futuro próximo, gostariam de estar fazendo uma faculdade, trabalhando ou conciliando os dois.

Gráfico 1: O que os jovens do Maria da Glória pensam sobre seu futuro profissional.

No gráfico, vemos bem representado o número de alunos que desejam estudar e trabalhar. Sabemos que isso não é nada fácil hoje em dia, pois temos diversos cursos que dependem de uma entrega total ao estudo ou um trabalho, que também necessita de muita atenção. Mas, o que se pode desejar a esses jovens mais do que “boa sorte”? Até porque chegará a nossa vez de dar adeus ao ensino médio, aumentar nossos horizontes e pensar mais alto em nossa faculdade e/ou trabalho.

Quando o formando está lá na sua colação de grau, segurando deu diploma, deve estar pensando qual será a faculdade que fará, ou que caminho seguir. Se irá se arrepender depois ou não, entre milhões de outras coisas. Mas é este detalhe que faz a diferença. Isso prova que somos humanos, que também temos medos e preocupações assim como os adultos, que muitas vezes nos rebaixam com suas frases nada motivadoras, como: “Ah, mas você não faz nada além de estudar” e muitas vezes se esquecem de como é ser estudante, seja de ensino fundamental, médio ou superior.

É claro que vemos alguns alunos que ainda não sabem o que fazer da vida, mas isso não é um problema. Uma hora certamente conseguirão encontrar uma carreira que se identifica e conseguirá, enfim, cumprir com seus objetivos. Para melhor visualizar o que nossos caros jovens pensam sobre seu futuro profissional, apresentamos no gráfico abaixo os dados coletados na pesquisa.

Gráfico 2: Áreas profissionais em que alguns alunos do Maria da Glória pretendem atuar.

E aí, o que você quer seguir quando terminar o colegial? Se identificou com algum jovem? Está indeciso? Então, relaxa, uma hora você acha uma carreira que deseja seguir. Até porque a ansiedade é algo que está presente dentro dos nossos dias.

Letícia Amaral Anselmo
Vitor Castilho Córdova
Iasmim Schwaikardt
Amanda Cristina Ullrich
Helen Carine Rodrigues da Silva
1º Ano - Ensino Médio Inovador

Professor-orientador:
Reginaldo Amorim de Carvalho

Escola Maria da Glória

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O que os alunos do Maria da Glória fazem durante as aulas vagas

Momento de aula vaga na Escola Maria da Glória
Fotos: Adson Robert Oliveira Ferreira

No último mês de novembro de 2017, foi realizada uma pesquisa de campo com alunos do turno matutino na Escola de Ensino Médio Professora Maria da Glória, em Biguaçu. Na ocasião, foram feitas as seguintes perguntas: primeira: “O que você faz durante as aulas vagas?”; segunda: “O que poderia ser feito para evitar esse tempo perdido? Ou seja, o que poderia haver na escola para os alunos fazerem durante as aulas vagas?” e; terceira: “De que maneira o problema da falta de aula pode atrapalhar o seu aprendizado?”


"A falta de aula na escola atrapalha no aprendizado e dificulta para quem precisa de notas para passar de ano”.

Com a realização dessa pesquisa, por incrível que pareça, foi identificado que muito dos entrevistados não fazem o uso do celular nas aulas vagas. A maioria dos alunos preferem ficar com os amigos ou namorando, jogar truco e ajudar os professores em projetos realizados na escola, entre outras atividades. No gráfico abaixo, são apresentadas informações mais detalhadas sobre esta questão.


Gráfico elaborado com a ajuda da aluna Letícia Amaral Anselmo

Já em relação ao que poderia ser feito durante as aulas vagas, a maioria dos alunos pesquisados gostaria que o ginásio ficasse aberto para praticarem exercícios, jogarem futsal, vôlei ou praticarem outras atividades. É importante destacar que há também adolescentes que preferem aulas extra-curriculares nesses momentos vagos como uma alternativa para aumentar os seus conhecimentos.



Para os alunos que participaram da pesquisa, essa falta de aula na escola atrapalha muito no aprendizado e dificulta para quem precisa de notas para passar de ano, já que não existe mais recuperação final.

Adson Robert Oliveira Ferreira
Kauê Leonel Nascimento
Lyandra Miguel Felippe
Marjorie da Silva Spinoza-Moya
Otávio Pedro dos Santos 
Ryan Kauê de Assis da Silva
1º Ano - Ensino Médio Inovador

Professor-orientador:

Reginaldo Amorim de Carvalho

Escola Maria da Glória

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Escola Maria da Glória promove Sarau Literário 2017

Fotos: Rádio Escola Fala Maria
No dia 23/08, no período matutino, os alunos da 1°03, 1°04 e 1°05 da Escola de Ensino Médio Professora Maria da Glória Viríssimo de Faria, em Biguaçu, organizaram um sarau literário junto com o professor Luiz.  No início, houve homenagens e declamações de poemas de poetas famosos e também de autoria dos próprios alunos. 

O evento contou com a presença da professora e escritora Dona Dalvina, uma das fundadoras da escola e grande poetisa de Biguaçu. A escritora foi homenageada pelos organizadores do sarau literário com poemas e agradecimentos. Ela, por sua vez, aproveitou o momento para declamar alguns dos seus poemas preferidos.

O sarau encerrou após levarem a Dona Dalvina para uma sala decorada com fotos da própria escritora, as quais lhe emocionaram. 

Ana Carolina Martins
1º Ano - Ensino Médio Inovador

Escola Maria da Glória



Palestrante do evento, professora e escritora Dona Dalvina




 


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Rádio-escola Fala Maria promove primeiro curso de capacitação


Fotos: Luiz Gustavo D. Wistuba
O professor Luis Carlos (de Inglês), um dos responsáveis pelo projeto Rádio-escola Fala Maria, esteve ministrando o primeiro curso de capacitação para alguns alunos interessados nesse novo projeto nos dias 08 e 09 de setembro de 2014, no studio da própria rádio, na Escola Maria da Glória, em Biguaçu, SC.

O objetivo do curso, de acordo com o professor Marcelo Mendes (outro idealizador do Fala Maria),é preparar uma equipe de alunos para desenvolver uma programação permanente para a rádio-escola na


web. Por outro lado, pretende-se também promover o processo de inclusão digital dos estudantes envolvidos no projeto através desse tipo de mídia.

A radioweb da Escola Maria da Glória está 24 horas on-line. Para acompanhar a sua programação, basta acessar www.radioescolafalamaria.com. 

Portal do Maria

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Escola Maria da Glória lança agenda para eleição do Grêmio Estudantil

Fonte da imagem: http://emefmyrthes.blogspot.com.br
No último dia 29/08/2014, a Escola Maria da Glória, em Biguaçu, apresentou a agenda para a eleição do Grêmio Estudantil prevista para esta primeira semana de setembro.
 
Segue, abaixo, a discriminação completa desse processo elaborado pela Comissão Eleitoral e a Direção Geral da Escola.
 
Portal do Maria
 
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Eleição do Grêmio Estudantil

Senhores professores e alunos,
 
Estamos apresentando a agenda da eleição do Grêmio Estudantil de nossa escola. Os alunos solicitam a todos compreensão como o movimento na escola nestas datas:
 
1. Dias 03 e 04/09 - Na hora do recreio, terá a inscrição de chapas para concorrer à presidência do Grêmio.

2. Dia 09/09 - Matutino - Os candidatos apresentarão as propostas. A Comissão Eleitoral vai passar nas salas para convidar os alunos a assistirem no auditório, após o recreio. Os alunos que não quiserem ir ficarão com aula.

3. Dia 16/09 - A Comissão Eleitoral passará nas salas com a urna e cédulas para a votação.

4. Dia 18/09 - Divulgação dos resultados das eleições.

5. Dia 19/09 - Posse da chapa vencedora, após o recreio.

Atenciosamente.

Comissão Eleitoral e Direção Geral da Escola



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De quem é a responsabilidade...

Foto: DE QUEM É A RESPONSABILIDADE, Quando uma criança perde um braço, ao brincar com um tigre?  "Brincar de faz-de-conta. Cinco fotos de situações ocorridas nos últimos dias dão para fazer uma página de um álbum que pode ter o título "Retratos da Vida".  Foto 1: Uma mulher joga o filho de dois anos contra a parede, por ficar irritada com o fato de ele mexer em seu aparelho celular sem permissão. O garoto morreu. Foto 2: Um homem é o principal suspeito de matar o filho de dois anos com golpes de jiu-jitsu durante o banho do garoto. Foto 3: Crianças entre dois e três anos são encontradas na creche presas às cadeiras por lençóis e fraldas, porque a responsável saíra para comprar créditos para seu celular. Foto 4: Um vídeo na internet mostra uma crianças entre dois e três anos passeando pelo parapeito da janela de um apartamento situado mais ou menos no décimo andar do prédio. Foto 5: Um garoto de 11 anos perde um braço por ter se aproximado demais da jaula de um tigre para provocá-lo durante um passeio ao zoológico.  Todo os comentários sobre as cinco notícias postados na rede têm algo em comum: culpam os pais dessas crianças. Mas será mesmo que esses pais são os únicos responsáveis pelos fatos ocorridos, seja por problemas com drogas, mentais ou de descaso com os filhos? Convido você, caro leitor, a refletir também sobre o contexto social e cultural de nosso entorno na atualidade, e a entender por que cada um de nós está implicado nessas fotos.  Quando uma criança dá trabalho, consideramos que ela tem algum problema. Levamos a criança a médicos das mais variadas especialidades, a psicólogos, a psicopedagogos, etc. Enfim, a qualquer tipo de profissional que possa dar um jeito nela. Cuidamos da criança mais ou menos como cuidamos de um carro: quando ele quebra, levamos à oficina mecânica. Vivemos tão intensamente nossa própria vida, que as crianças não podem nos dar trabalho algum. Queremos apenas desfrutar das crianças, não nos ocuparmos com elas!  Nossa sociedade adulta, infantilizada, adora brincar de faz-de-conta: fazemos de conta que cuidamos muito bem de nossas crianças. Criamos leis contra a publicidade infantil e contra a palmada, equipamos nossos carros com travas de porta e cadeirinhas especiais para o transporte, as janelas de casa são protegidas por redes, etc.  Entretanto, cresce o número de crianças esquecidas em carros, nas escolas, deixadas em casa sozinhas. Aumenta o índice de crianças obesas. Crianças maiores têm sofrido mais acidentes, porque não sabem fazer avaliação de risco das situações que exploram. Esses são alguns exemplos dos efeitos que o brincar de "faz-de-conta que cuidamos de nossas crianças" produz.  Achamos melhor pensar que os pais dessas crianças, e apenas eles, são responsáveis e/ou culpados por tudo o que acontece com elas, não é? Criança apresenta algum problema na escola? Melhor chamar os pais. Criança entra em uma situação perigosa, de risco? Melhor avisar os pais.  As cenas registradas em vídeos por pessoas que transitavam pelo zoológico enquanto o garoto de 11 anos desafiava a morte sem saber são exemplares para nos mostrar como as crianças não nos afetam. Por que ninguém tirou o garoto de lá? Por que apenas avisar o pai ou dizer "cuidado aí, garoto" deu a sensação de dever cumprido?  Todas as crianças são responsabilidade de cada um de nós. Elas são o nosso futuro. E serão o futuro, mas antes precisam sobreviver a nós. Rosely Sayão" (FSP, 05/08/14). Abs.
Foto: Antônio Lemos Filho
... Quando uma criança perde um braço, ao brincar com um tigre? 

Questionamento de Antônio Lemos Filho, pastor e advogado, com base no artigo de opinião publicado no UOL/Folha de São Paulo, em 05/08/2014:

"Brincar de faz-de-conta" 

"Cinco fotos de situações ocorridas nos últimos dias dão para fazer uma página de um álbum que pode ter o título 'Retratos da Vida'. 


Foto 1: Uma mulher joga o filho de dois anos contra a parede, por ficar irritada com o fato de ele mexer em seu aparelho celular sem permissão. O garoto morreu. Foto 2: Um homem é o principal suspeito de matar o filho de dois anos com golpes de jiu-jitsu durante o banho do garoto. Foto 3: Crianças entre dois e três anos são encontradas na creche presas às cadeiras por lençóis e fraldas, porque a responsável saíra para comprar créditos para seu celular. Foto 4: Um vídeo na internet mostra uma crianças entre dois e três anos passeando pelo parapeito da janela de um apartamento situado mais ou menos no décimo andar do prédio. Foto 5: Um garoto de 11 anos perde um braço por ter se aproximado demais da jaula de um tigre para provocá-lo durante um passeio ao zoológico.


Todo os comentários sobre as cinco notícias postados na rede têm algo em comum: culpam os pais dessas crianças. Mas será mesmo que esses pais são os únicos responsáveis pelos fatos ocorridos, seja por problemas com drogas, mentais ou de descaso com os filhos? Convido você, caro leitor, a refletir também sobre o contexto social e cultural de nosso entorno na atualidade, e a entender por que cada um de nós está implicado nessas fotos.

Quando uma criança dá trabalho, consideramos que ela tem algum problema. Levamos a criança a médicos das mais variadas especialidades, a psicólogos, a psicopedagogos etc. Enfim, a qualquer tipo de profissional que possa dar um jeito nela. 



Cuidamos da criança mais ou menos como cuidamos de um carro: quando ele quebra, levamos à oficina mecânica. Vivemos tão intensamente nossa própria vida, que as crianças não podem nos dar trabalho algum. Queremos apenas desfrutar das crianças, não nos ocuparmos com elas!


Nossa sociedade adulta, infantilizada, adora brincar de faz-de-conta: fazemos de conta que cuidamos muito bem de nossas crianças. Criamos leis contra a publicidade infantil e contra a palmada, equipamos nossos carros com travas de porta e cadeirinhas especiais para o transporte, as janelas de casa são protegidas por redes etc. 



Entretanto, cresce o número de crianças esquecidas em carros, nas escolas, deixadas em casa sozinhas. Aumenta o índice de crianças obesas. Crianças maiores têm sofrido mais acidentes porque não sabem fazer avaliação de risco das situações que exploram. Esses são alguns exemplos dos efeitos que o brincar de "faz-de-conta que cuidamos de nossas crianças" produz.


Achamos melhor pensar que os pais dessas crianças, e apenas eles, são responsáveis e/ou culpados por tudo o que acontece com elas, não é? Criança apresenta algum problema na escola? Melhor chamar os pais. Criança entra em uma situação perigosa, de risco? Melhor avisar os pais.

As cenas registradas em vídeos por pessoas que transitavam pelo zoológico, enquanto o garoto de 11 anos desafiava a morte sem saber, são exemplares para nos mostrar como as crianças não nos afetam. Por que ninguém tirou o garoto de lá? Por que apenas avisar o pai ou dizer "cuidado aí, garoto" deu a sensação de dever cumprido?

Todas as crianças são responsabilidade de cada um de nós. Elas são o nosso futuro. E serão o futuro, mas antes precisam sobreviver a nós". 


Rosely Sayão
Psicóloga e consultora em educação
(Folha de São Paulo, 05/08/14)
Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/roselysayao